Grupo Bittencourt e Instituto Capitalismo Consciente lançam movimento de boas práticas para franquias

Chamado de Franchising Consciente, projeto quer provocar uma reação em cadeia no ecossistema de franquias

Nesta quinta-feira, dia 24/2, foi assinado um acordo entre o Grupo Bittencourt e o Instituto Capitalismo Consciente Brasil para o lançamento do movimento Franchising Consciente. A iniciativa tem como objetivo fomentar boas práticas de negócios entre redes franqueadoras e consequentemente disseminar as informações para fornecedores e franqueados. PEGN teve acesso antecipado aos detalhes.

Claudia Bittencourt, sócia-fundadora do Grupo Bittencourt, Daniela Garcia, diretora de operações e associações do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Lyana Bittencourt, CEO do Grupo Bittencourt e Hugo Bethlem, presidente do Instituto Capitalismo Consciente Brasil  (Foto: Divulgação)
Claudia Bittencourt, sócia-fundadora do Grupo Bittencourt, Daniela Garcia, diretora de operações e associações do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Lyana Bittencourt, CEO do Grupo Bittencourt, e Hugo Bethlem, presidente do Instituto Capitalismo Consciente Brasil (Foto: Divulgação)

Com a chancela, o Grupo Bittencourt passa a ser autorizado a realizar diagnósticos nas redes interessadas em receberem o selo Franchising Consciente, e a replicar a metodologia desenvolvida em conjunto com o Instituto. A previsão é que o evento de lançamento para as marcas ocorra no próximo dia 5 de abril, em São Paulo.

Hugo Bethlem, cofundador e atual presidente do Instituto Capitalismo Consciente Brasil explica que o Franchising Consciente é um desdobramento dos pilares (liderança consciente, propósito maior, orientação para stakeholders e cultura consciente) defendidos pelo movimento, que se originou nos Estados Unidos. 

Combate à desigualdade, inclusão, diversidade e princípios de economia circular, entre outros, estão no foco. “Acreditamos que um negócio é bom quando cria valor. É ético quando é baseado em uma troca voluntária. É nobre quando eleva nossa existência, e é heróico quando tira as pessoas da pobreza, distribuindo prosperidade”, diz ele. 

Claudia Bittencourt, sócia-fundadora do Grupo Bittencourt, diz que a busca por uma plataforma que ajudasse a disseminar boas práticas no franchising era um objetivo antigo. “Queremos mostrar os resultados práticos de o franqueador não cuidar do parceiro que investiu na marca dele, de não dar condição para que ele possa cuidar do negócio e do ambiente em que está inserido. Enxergamos nas práticas do capitalismo consciente um caminho para melhorar a atuação do franqueador consciente em todos os aspectos, com teorias e práticas.”

Em conjunto, o Grupo Bittencourt e o Instituto Capitalismo Consciente Brasil criaram uma metodologia para fazer com que o movimento chegue até os franqueadores. As empresas interessadas se submetem a um diagnóstico que colherá percepções de colaboradores, líderes, sócios, fundadores e demais stakeholders. Para ter acesso à certificação, a franqueadora precisa cumprir 80% do plano de ação — e ter um plano estabelecido para cumprir os 20% restantes.

“Mais do que qualquer coisa, o franqueador precisa ter em mente que a certificação não é um destino, mas uma jornada evolutiva, com paradas para reabastecer e continuar”, diz Bethlem. A revalidação da certificação será recorrente, em período ainda a ser definido. Ele ainda diz que o movimento não é um “clube das empresas certinhas”, mas um local para trocas de ideias, com o objetivo de buscar o aperfeiçoamento contínuo.

Atualmente, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil tem 3,8 mil embaixadores do capitalismo consciente no país, que são empresas não certificadas, mas capacitadas para multiplicar os conhecimentos, e 160 certificações emitidas, em todas as esferas de negócios. Franquias que já tenham a chancela também podem se inscrever para obter o de Franchising Consciente ou vice-versa.

REPRODUÇÃO

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Acreditamos que um negócio só é bom quando cria valor para as pessoas e o planeta, é ético quando baseado em trocas verdadeiras e voluntárias entre seus stakeholders, é nobre quando tem a capacidade de inspirar e elevar a dignidade humana e, principalmente, é heroico quando tira as pessoas da pobreza, gerando prosperidade econômica.

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