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Negócios conscientes: como a comunicação pode contribuir para práticas de ESG

Neste mês, pauta estará em voga por conta da Cop-27, no Egito, mas a jornada ESG não deve ser feita por conveniência e sim por essência

Estamos nos aproximando da 27ª Conferência da ONU (COP-27), evento em que representantes estatais de diversos países e empresas vão debater e assumir compromissos em relação às mudanças climáticas.

Investimentos em ESG podem ser afetados pelas eleições?

A pressão internacional por índices ambientais negativos fez com que o Brasil caminhasse sob o atento olhar da comunidade global em 2022. Há um apetite do investidor estrangeiro e local por investimentos que se encaixem na agenda ESG , mas especialistas entrevistados pela Inteligência Financeira dizem que o Brasil ainda não aproveitou a onda sustentável plenamente.

20 lições para tornar o Brasil mais inovador em 2023

Segunda edição do jantar Mind the Gap reuniu CEOs, fundadores, investidores, representantes de universidades, conselheiros e o ecossistema de inovação para construir novas pontes. Hugh Forrest, diretor do SXSW, fez palestra exclusiva para os convidados do evento.

Instituto Capitalismo Consciente publica carta em defesa da democracia

Os negócios conscientes precisam ter ao menos quatro pilares fundamentais: tratamento equânime de todos os colaboradores, clientes, fornecedores, concorrentes, governo, investidores e acionistas; um líder consciente que cuida das pessoas para que, todos juntos, cuidemos do nosso planeta; e uma cultura consciente que perpetue a existência do negócio, na qual as pessoas sejam cuidadas e compreendam o verdadeiro “porquê” por trás daquilo que fazem.

Capitalismo consciente é o futuro? Raj Sisodia explica o movimento

Miséria, fome, burnout, ansiedade, destruição do meio ambiente, mudanças climáticas extremas. Esses são alguns dos efeitos do atual capitalismo para Raj Sisodia, fundador de um dos movimentos mais proeminentes na busca pela transformação desse modelo: o Capitalismo Consciente.

Papo Responsável

“Nascia ali um grupo de empresas que se dedicava a um modelo de capitalismo mais humano e integrativo. O grupo assumiu a responsabilidade de corrigir desigualdades sociais criadas pelo próprio capitalismo ao longo dos últimos 200 anos”