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Desmistificando a Governança Corporativa e ESG em Ambientes Empresariais Modernos

O painel destacou a importância de integrar a educação corporativa como parte fundamental das estratégias de governança e diversidade. Vitor, moderador do painel e CEO de uma empresa de educação corporativa, a Profissas, ressaltou como a educação é essencial para reprogramar práticas e processos obsoletos, promovendo uma visão mais inclusiva e plural.

Se o G fosse prioridade

Todos os pilares são importantes e são interdependentes. E tudo começa pelo Propósito. Aliás, sem propósito, sem impacto. Mas a Liderança Consciente, o G do ESG, é o fator limitante ou acelerador para termos uma Cultura Consciente que perpetue práticas humanizadas e uma Orientação para Stakeholders que compartilhe valor com todas as partes interessadas, de forma genuína e com poder de transformar a organização e seu ecossistema.

Liderança Consciente – uma transformação social do EGO para o ECO

O tema Liderança sempre está em constante desenvolvimento, uma vez que o campo de sua atuação exige reposicionamento, mudanças de conceitos e integração de outras referências teóricas que empoderam uma prática que atenda às necessidades de todos. O contexto atual exige a necessidade de empresas desenvolverem suas estratégicas orientadas às práticas que sustentam uma cultura ESG – Environmental, Social and Governance, é uma sigla em inglês que traduzida significa “Ambiental, Social e Governança’’. Uma cultura que priorize um posicionamento no mercado e um crescimento financeiro, cujas ações suportem os pilares da Governança, do Social e do Meio Ambiente.

Evolução se sustenta com gentileza

Dentre todas as siglas com as quais convivi em 30 anos de comunicação corporativa, ESG é a que mais me convidou a pensar. Não sei se isso é herança da maturidade, mas o fato é que ando simplesmente apavorada com o “final dos tempos”, como dizia minha mãe diante de grandes descalabros. A ideia de que apoiamos – consciente e inconscientemente – a degradação permanente da natureza, das relações humanas e da noção legítima de lei e justiça tem me rondado em livros, filmes, artigos, pesquisas e conversas.

O papel do capitalismo consciente como incentivador das práticas ESG

Atualmente, há a ideia de que ESG reconhece uma empresa como responsável e que causa impacto positivo se ela se preocupa, por exemplo, em ser carbono neutro. Mas ESG vai muito além disso. É preciso se preocupar efetivamente com as esferas relacionadas ao meio ambiente, ao social e à governança de forma integrada, pois de nada adianta ter boas condutas ambientais se a empresa pratica trabalho escravo, por exemplo.

Negócios de Impacto. O que o Capitalismo Consciente tem a ver com isso?

Precisamos mudar a concepção de que, para um negócio ter valor, o sucesso deve ser baseado no poder e na acumulação de capital, deixando de lado os indicadores de impacto socioambiental, positivo ou negativo, que este negócio gera para as pessoas e para o planeta.