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A consciência abrindo espaço na cultura das empresas

O comportamento do consumidor evoluiu. Discursos vazios, mesmo que bonitos, engajam cada vez menos pessoas e por menos tempo. A tal da transparência é fato. Redes sociais, câmeras nos celulares, consumidores exigentes, hipercompetição entre marcas, colaboradores empoderados são ingredientes dessa nova era.

Quando a estrutura determina a velocidade de uma cultura

A demanda por velocidade é cada vez maior nas empresas, seja para o lançamento de produtos, seja para a resolução de problemas ou tomada de decisão. Porém, numa estrutura organizacional rígida e verticalizada, o que menos se tem é velocidade.

Como pensar em Cultura Consciente na prática

Quando falamos de uma empresa orientada aos stakeholders, normalmente estamos falando de como a empresa se relaciona com todas as partes interessadas desta organização. Há um esforço da liderança da empresa em olhar para dentro da organização, contudo, abre-se uma janela para o mundo externo, onde encontramos nossos parceiros, fornecedores, sociedade e planeta. O esforço aqui é que as empresas manifestem suas culturas para além das portas da empresa.

Não jogue fora suas competências!

Os idosos têm maturidade, experiência, competências e vivências para lidar com aspectos comportamentais e de relacionamentos, o que falta nas gerações mais jovens. Os muitos anos possibilitam esse positivo acúmulo, que um dia os jovens, ao se tornarem idosos, com certeza terão. Isso pode transformar-se em sabedoria, criando o arquétipo do “velho sábio”, na medida em que o idoso desenvolve sua consciência para resgatar a dignidade de seu papel na sociedade…

Como não virar um dinossauro?

Os idosos querem e podem sentir-se úteis, contribuindo com sua experiência e competências para os destinos de suas famílias, amigos e comunidades. Muitas expressões que são usadas ferem a dignidade dos idosos, desvalorizando-os, causando tristeza e o sentimento de ser desrespeitado. Uma delas é “você é um dinossauro!”.

A criatividade como vetor de mudanças: de culturas degenerativas e exploratórias (medo) para culturas regenerativas e fortalecedoras (amor)

para essa mudança acontecer dentro dos ambientes – do medo (narrativa da separação) para o amor (narrativa do Interser) é importante reconhecer, valorizar e integrar as múltiplas perspectivas, porque o mundo é muito complexo, para que apenas uma perspectiva represente toda a sua diversidade. E, por isso, a importância da nossa capacidade de integrar diferentes assuntos como os interesses ecológicos, sociais, e econômicos em soluções que são boas para as pessoas e para o planeta.

Amor + Trabalho

Passamos entre 40 e 60 horas por semana de nossa vida adulta no trabalho. Como podemos encontrar sentido no que fazemos por tantos dias e horas ao longo de anos de nossas vidas? Como se identificar com uma vida que pareça com a nossa, ao invés de jogarmos o jogo de dupla personalidade, vestindo uma fantasia “I hate Mondays” na segunda-feira e “Thank God is Friday” na sexta-feira, para nos despirmos e sermos quem somos? Isso não tem lógica e desgasta brutalmente nossa existência.

Temos pressa para transformar os indivíduos

O ano é 2040: A temperatura está 1,5°C acima do nível pré-industrial. Muito foi feito, mas não foi suficiente. De volta a maio de 2022: novo relatório da Organização Meteorológica Mundial aponta que esse pico já será registrado em pelo menos um ano até 2026. O vislumbre do futuro nos mostra, portanto, que é preciso fazer mais e o tempo é agora.

Liderança consciente: teoria & prática

Um líder consciente na teoria Segundo os criadores do Capitalismo Consciente, John Mackey e Raj Sisodia, ser um líder consciente perpassa uma soma de diversos pontos, tais como:  1. Se